Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 24/09/2019
“O importante não é viver,mas viver bem”,segundo o filósofo Platão,a qualidade de vida tem tamanha importância de modo que ultrapassa a da própria existência.Entretanto,no Brasil,essa não é uma realidade para uma parcela da população.A partir dessas considerações,logo,torna-se relevante a discussão sobre a intolerância e o discurso de ódio contra minorias.Tal problemática sera amenizada se fatores como a falta de empatia e a ineficácia das leis forem tratadas como prioritários.
Em primeiro plano,é preciso atentar para a falta de empatia que encontra terra fértil no individualismo.Na oba “Modernidade Líquida”,Zygmunt Bauman,defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individualismo.Em virtude disso,há como consequência a falta de empatia, pois,para se colocar no lugar do outro,é preciso deixar de olhar apenas para si.Essa liquidez que influi sobre a questão da intolerância funciona como um forte empecilho para sua resolução.
Outrossim,vale notar o descaso do Governo diante dessa questão. Segundo a Constituição Federal do Brasil,criada em 1988,todos são iguais perante a lei,porém segundo o jornal O Globo,41% das pessoas já foram vítimas de discurso de ódio pela internet.Por causa disso é necessário um olhar mais atento sobre essa parcela da população,que não possui seus direitos assegurados.
Portanto,os desafios para combater o discurso de ódio e a intolerância são notáveis e por isso cabe ao Ministério da Justiça,implantar leis mais rigorosas,por meio de maior fiscalização para garantir seu cumprimento,a fim de garantir os direitos dessa parcela da sociedade.Visando ao mesmo objetivo, a mídia,deve promover campanhas informativas,por meio de profissionais qualificados para tirar todas as dúvidas sobre este assunto,com o objetivo de conscientizar um número cada vez maior de pessoas. Feito essas ações, o problema de intolerância contra minorias será sanado do Brasil.