Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 13/01/2020
A Constituição Cidadã dispõe como objetivo fundamental, do Brasil, promover o bem de todos sem preconceitos de: raça, idade, sexo, cor e origem. No entanto, os discursos de ódio e intolerância, ainda, são praticados em detrimento das minorias embasados no Princípio da liberdade de expressão. A partir disso, a violência é intensificada contra os grupos mais vulneráveis.
A luta pelo reconhecimento da igualdade de direitos sempre existiu, por exemplo, as mulheres, quando se casavam eram consideradas absolutamente incapaz de exercer seus direitos civis, até o ano de 1960 ,em que foi revogado o “Estatuto da mulher casada”. No transcurso da história muitos direitos foram conquistas, como o fim da escravidão. Todavia, é a partir da Magna Carta de 1988, que surge as garantias protetivas as minorias como o repúdio e a criminalização ao racismo. No século XXI é que ocorre a expansão das ideias denominadas de “politicamente corretas”, como o repudio a utilização de expressões de cunho racistas,por exemplo, humor negro ou cabelo ruim.
Todavia, ainda persistem pessoas que utilizam da liberdade de expressão para naturalizar falas discriminatórias e incitar a praticar agressões físicas ou verbais. Nesse contexto, foi realizada as eleições de 2017. No período eleitoral, o atual Presidente Jair Bolsonaro, promoveu sua campanha com fundamentos em discursos odiosos como: todo índio é preguiçoso e que gay tem que apanhar até virar gente.Em razão disso, Nelson Mandela dizia que: As pessoas não nascem odiando, as pessoas apreendem a odiar, e se as pessoas podem apreender a odiar, devem ser ensinadas a amar. Dessa forma, é importante desconstruir estigmas negativos sobre as minorias.
Logo, é imprescindível que o governo e entidades voltadas a defesa dos direitos humanos e igualdade promovam campanhas nas redes sociais e nas escolas de conscientização. Além disso, é necessário promover e ampliar políticas afirmativas com as cotas nas Universidades Públicas para garantir a representatividade dessas em posição de poder.