Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 16/02/2020

De acordo com o dicionário, minoria é um subgrupo considerado inferior a outro grupo, sendo por ele discriminado, podendo ser observado por exemplo a relação racial desde a colonização brasileira e a relação genérica vivenciada pelas mulheres durante a industrialização. Contudo, hoje no Brasil, existe uma variedade de documentações que defendem as minorias vulneráveis como a Lei Maria da Penha e a Criminalização racial afirmando o conceito de isonomia da Constituição Brasileira.

Apesar de haver documentações que regem a igualdade de todos perante a lei, elas não são necessariamente ativas. Visto que, em diversas situações os homossexuais são agredidos publicamente, e em redes sociais há a agressão verbal quando a suposta “maioria” enxerga o direito de julgar e definir a minoria pela sua ancestralidade, seja ela africana ou outra etnia com uma cultura peculiar.

Paradoxalmente, a sociedade brasileira é considerada cordial, porém se coloca em diversas ocasiões como intolerante, enquanto socialmente diz que a diferença é uma normalidade. Além disso, as pessoas não conseguem diferir a relação tênue entre liberdade de expressão e discurso de ódio, sem se preocupar com quais efeitos suas agressões verbais e físicas resultarão na vítima e na sociedade que a rodeia.

Portanto, para que se faça valer as documentações brasileiras que defendem a minoria, medidas como a criação de campanhas de valorização da diversidade brasileira através da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, além do auxílio educacional proposto pelo MEC para melhor formação dos professores para que possam combater a intolerância desde o ensino fundamental, tendo como enfoque a empatia entre os jovens afim de que o discurso de ódio não crie tantas raízes e se sustente nas próprias gerações.