Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 23/03/2020

A intolerância e o discurso de ódio estão presentes no cotidiano da sociedade brasileira há muitos anos e são praticadas, principalmente, contra as minorias. Tal palavra não dá ideia da população em que se encontra em menor quantidade, mas sim em menor participação coletiva o que pode acarretar uma enorme desigualdade social. Visto que isso persiste mesmo após pequenos avanços morais, a vulnerabilidade presente em cada grupo resulta em diversas lutas comunitárias para a legalização de seus direitos e reconhecimento social de suas diferenças escondidas por trás de inúmeros padrões impostos pela sociedade.

Adicionalmente, essas assimetrias podem ser identificadas em muitas áreas do cotidiano. Segundo o site Brasil de Fato, as denúncias de discurso de ódio contra religião candomblé aumentaram 56% em 2019, que decorreu a algumas mortes  e lesões nos princípios da religião causando medo e desespero das pessoas que a seguem.

Ademais, tais quesitos podem ser espelhados também na disseminação contra as mulheres que, na maioria das vezes, são segregadas da sociedade por conta da diferente forma que pensam e acabam sendo agredidas socialmente por conta de seus princípios. Conforme o site Agência Brasil,  81% das vítimas de discurso depreciativo nas redes sociais são mulheres negras entre 20 e 35 anos.

Portanto, com o objetivo de interromper aos poucos esse fato que está presente cada vez mais no Brasil, é preciso que o Governo Estadual conscientize a população e promova ações públicas por meio  de palestras e anúncios na internet que devem abordar a igualdade e aceitação social com o objetivo de estimular a diminuição da intolerância e discurso de ódio contra minorias e proporcionar livre arbítrio à sociedade brasileira.