Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 25/03/2020

Desde o Iluminismo e, posteriormente, com a Revolução Francesa, os princípios baseados em liberdade, igualdade e fraternidade tornaram-se fundamentais para a cidadania plena em uma nação. Todavia, quando se observa a intolerância e os discursos de ódio contra as minorias, no Brasil, hodiernamente, nota-se que tais ideais iluministas não estão sendo praticados, uma vez que a imposição de padrões por grupos dominantes e a ineficiência no combate à discriminação de grupos minoritários resulta nessa desarmonia social. Nesse sentido, convém analisar as causas e consequências dessa problemática. Em primeira análise, cabe pontuar que, consoante o pensamento do filósofo Michel Foucault, a humanidade sempre vivenciou relações de poder por meio de padronizações em meio social. Uma prova disso está no “descobrimento” do Brasil, em que os nativos eram obrigados a abandonar seus costumes e crenças e adotar as dos portugueses, para que pudessem conviver em sociedade. Com isso, é possível afirmar que os padrões impostos pelas classes dominantes fomentam a intolerância no país, visto que oprimem as diferenças em prol de uma verdade idealizada, a qual legitima os discursos de ódio e marginaliza as minorias. Desse modo, observa-se que medidas são necessárias para atenuar esse impasse.

A intolerância dá uma autorização para a separação agir, desse modo, gerando o isolamento. O ódio é semelhante a uma escada na qual a escolha é sua de subir ou não. É de certa escolha não subir o primeiro degrau. Ao praticar o ato de caminhar com o ódio sobre uma escada é complexa e intensa a questão de descer. Sentir ódio está diante de grupos que seriam definidos por características vergonhosas ou ameaçadoras. Cidadãos racistas, por exemplo, odeiam os negros, índios e até mesmo judeus, segundo pesquisas.

Dessa forma, A intolerância dá uma autorização para a separação agir, desse modo, gerando o isolamento. O ódio é semelhante a uma escada na qual a escolha é sua de subir ou não. É de certa escolha não subir o primeiro degrau. Ao praticar o ato de caminhar com o ódio sobre uma escada é complexa e intensa a questão de descer. Sentir ódio está diante de grupos que seriam definidos por características vergonhosas ou ameaçadoras. Cidadãos racistas, por exemplo, odeiam os negros, índios e até mesmo judeus, segundo pesquisas.