Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 26/03/2020
Durante a formação de uma sociedade, existem grupos que são menos favorecidos por aspectos étnicos, monetários, de gênero entre outros. Essa população é inferiorizada e tratada injustamente, e por seguinte ocupam cargos inferiores aos demais. Certamente, é dever do Estado incentivar a equiparidade entre seus cidadãos, independentemente de seus aspectos, especialmente entre mulheres e afrodescendentes.
Ademais, a subjugação das mulheres em relação aos indivíduos de sexo masculino se vê presente na realidade do século XXI, onde apenas 13% das CEOs brasileiras são mulheres, conforme o G1. Além disso, durante o livro de Pierre Bourdieu, “a dominação masculina”, é evidente como as divisões de tarefas baseado no sexo biológico reforçam ideais que reduzem cerca de 30% o salário de pessoas com a mesma idade, nível escolar, mas com sexos diferentes, segundo Banco Interamericano de Desenvolvimento.
Outrossim, é com a população negra, que foi escravizada e comparada como animais pela teoria europeia do darwinismo social, a qual é baseada na superioridade branca em relação a outros grupos étnicos. Isso se demonstra recentemente, com os atos racistas ocorridos em Charlottetown, no ano de 2017, em que indivíduos brancos proclamaram falas racistas em uma passeata nos EUA.
Portanto, é notório que medidas precisam ser tomadas. Como a criação de leis mais severas para qualquer tipo de ato preconceituoso, por parte do Governo Legislativo. Além da criação de um departamento do poder executivo, que analisa diferenças salariais entre funcionários de diferentes sexos e raças, e desta forma, pode multar o estabelecimentos intolerantes. Com essas, e outras atitudes medidas o índice de atos preconceituosos e qualquer forma de discursos de ódio iriam cair gradativamente.