Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 26/03/2020

Martin Luther King, ativista norte-americano, lutou pela igualdade civil entre negros e brancos nos Estados Unidos no século XX, pois estes não tinham os mesmos direitos na sociedade, sendo vítimas de intolerância e ódio. Ainda no século XXI, essa circunstância acontece contra grupos minoritários. Diante disso, falta de tolerância e a exclusão social são causas desse problema.

Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que tal circunstância é gerada por falta de tolerância. De acordo com notícias do portal R7, a cantora Ludmila, ao receber um prêmio foi chamada de macaca. Partindo disso, percebe-se que as pessoas são intolerantes para com os que divergem suas convicções, vendo-as como corretas e discriminando as outras pessoas, não as vendo como iguais. Dessa forma, a intolerância à diferença é precursora do ódio, no caso citado, a racial.

É importante considerar também a exclusão social vivenciada por quem é vítima de intolerância e ódio. Os grupos minoritários têm constantemente seus direitos diminuídos ficando fora das principais decisões sociais e políticas do país em que residem. Um exemplo dessa afirmação é o de que as mulheres (julgadas como inferiores e desiguais) só tiveram direito para o voto em 1932 e nem todas podiam votar, ou seja, passaram-se séculos desde a a colonização para que seu direito ao voto no Brasil fosse garantido. Dessa maneira, mesmo que seja objetivo formar uma sociedade livre e igualitária, ainda não se encontra consolidado.

Fica evidente, portanto, que é necessário amenizar a atual situação vivenciada pelas minorias. Para isso, o Ministério da Educação e Cultura deve mudar a convicção de desrespeito às diferenças, por meio de palestras e campanhas distribuídas em escolas e redes sociais, que eduquem o cidadão em relação a tolerar ideologias diferentes da sua. Além disso, é dever do Governo Federal amenizar o quadro atual de exclusão social,efetivando os direitos das minorias que estão sendo ignorados pelos grupos majoritários. Assim, o Brasil, será mais igualitário.