Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 08/04/2020

A formação do Estado brasileiro foi baseada em pilares preconceituosos. A escravidão negra, a exploração do índio e o pensamento católico que abominava os homossexuais geraram uma cultura intolerante, que se mantem na sociedade. Tais fatores também  dificulto essas minorias da conquista de direitos, expondo-as às mais cruéis barbáries. Destaca-se, nesse contexto, a ausência de uma ação efetiva do governo para mudar esse panorama.

Vivemos em uma sociedade, miscigenada diversificada, rica em diversas culturas e, ao mesmo tempo, preconceituosa. É visível que a cada dia a luta pelo respeito, nos mais diversos meios, e igualdade social, seja esta através da busca por direitos ou oportunidades iguais; tem sido cada vez mais necessária.

É necessário destacar que, do ponto de vista sociológico, minoria é um conceito qualitativo pois refere-se à parte menos contemplada da população. No pensamento do filósofo Tomas de Aquino, em uma sociedade democrática todos os indivíduos tem a mesma importância. Esse ideal é contrariado por parte do Estado, quando não há ações que combatam o ódio direcionado a certos grupos, mostrando negligência e indiretamente legitimando as agressões.

Logo, ficou claro que a propagação dos preconceitos atuais que necessitam ser resolvidos. Portanto, faz-se necessário que o Estrado combata a difusão de opiniões preconceituosas nas mídias sociais, por meio da criação de Leis que intensifiquem a fiscalização desses meios, para que, dessa forma, os indivíduos que disseminam o preconceito sejam punidos devidamente. Ademais, também é interessante que a Escola desconstrua esse perfil intolerante tão presente nos brasileiras, por meio de palestras e debates, a fim de construir uma sociedade mais respeitosa e menos intolerante. Por conseguinte, os casos de intolerância e desigualdade às minorias diminuirão gradativamente, e um Brasil mais tolerante prevalerá.