Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 07/04/2020
O ódio esteve presente em toda a história do Brasil, desde seu descobrimento até os dias atuais. A intolerância é um reflexo de práticas preconceituosas e de experiências passadas ou é a manifestação da raiva que as pessoas sentem umas pelas outras. Essa intolerância gera uma repressão em diferentes tipos de pessoas, que acabam se tornando a minoria social.
Em 2018, a ONG Worlds Heal The World registrou mais de 10.000 crimes de ódio na América Latina e Europa. Atualmente ainda há muito preconceito e racismo sofrido pelos negros,por exemplo, o que não deveria acontecer mais, uma vez que compreendemos a existência das pessoas á nossa volta e entendemos que elas também são humanas.
Segundo Jhon Locke, filósofo inglês, o ser humano é uma tábua rasa, ou seja, nasce puro, mas ao longo do tempo é talhada, conforme ganha experiência. Observando assim, ninguém nasce odiando, mas aprende a fazê-lo ao longo do tempo, por influência de terceiros.
Muitas vezes, por causa do ódio, as pessoas morrem, de forma injusta e totalmente suja. O correto é aceitar a diversidade em nossa sociedade, para que haja menos repressão e menos ódio. Para aqueles que insistem em usar o medo para dividir comunidades, devemos dizer: diversidade é uma riqueza, nunca uma ameaça, disse António Guterres, secretário-geral da ONU.
O ódio pode ser combatido ao não ser mais repassado. Escolas ou organizações como essa supracitada devem combater a intolerância e pregar o que é correto. Devem ser feitos mais trabalhos, tanto na escola quanto em casa para que as pessoas não aprendam o ódio. Em matérias escolares como ética e cidadania ou filosofia, por exemplo, deve-se ensinar a combater o ódio e acabar com sua propagação.