Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 07/04/2020
Nos dias atuais um dos grandes erros na sociedade é o discurso de ódio contra as minorias. Isso acontece em todos os lugares. A falta de política para identificar as pessoas que fazem esses atos, isso resulta em um ciclo em que cada vez temos mais pessoas sendo vítimas desses discursos de ódio. No Brasil os maiores alvos são as mulheres, negros, indígenas, grupos religiosos, e LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais ou transgêneros). Logo, a alta vulnerabilidade e desvantagem social acabam criando uma ração de dominância de grupos dominantes que delimitam e padronizam as minorias. Sendo assim, o desconhecimento da diversidade, aliado à falta de efetivação ao combate a segregação, exclusão e discriminação das minorias, torna essas pessoas invisíveis perante a sociedade, o que fere o direito de isonomia e equidade social. Somando a isso, podemos afirmar que o Brasil ocupa o primeiro lugar em homicídios de LGBTs em toda a América, com 340 mortes por homofobia em 2016 . Nesse sentido, à importância e necessidade a igualdade social. No entanto vemos é os governantes que através de um discurso, falam mais ainda sobre o ódio que consequentemente gera brigas, e com isso muitas pessoas pagam com a sua vida. Portanto, não são precisos as mudanças rápidas e enérgicas, em que a educação seja coautora principal desta ação, tendo o papel primordial nesse desafio, uma vez que está relacionada ao comportamento social de uma nação. Desse modo, o Estado tem uma função indispensável na condução de projetos e leis que visem o aprimoramento e medidas que levem a equidade social de isonomia a todos os grupos sociais que estão em condições de vulnerabilidade. Com isso, a mídia juntamente a escola são ferramentas fundamentais para conduzir o processo de integração e inclusão social desses grupos por meio do conhecimento das diversidades sociais.