Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 08/04/2020
Durante o século XX ocorreu um genocídio na Alemanha, mais conhecido como Holocausto, que foi o resultado final de um processo de construção do ódio de uma nação contra um grupo específico que vivia na Europa. Um acontecimento chocante como o Holocausto poderia ter sido exemplo para que não ocorresse mais tipos de intolerâncias do tipo, porém não é o que se vê na contemporaneidade.
Pode-se compreender que os discursos de ódio existentes no mundo podem ser evidenciados como grandes males da sociedade, sendo estes responsáveis pela ocorrência de grandes tragédias, como foi o caso do Holocausto. No Brasil, o avanço do discurso de ódio e a polarização nas democracias, onde mulheres, negros, indígenas, imigrantes, grupos religiosos e LGBTI+, tem sido cada vez mais estigmatizado. Afirma-se que os discursos apenas tratam da dificuldade de aceitação da variedade existente no mundo;
O desconhecimento da diversidade, aliado à falta de efetivação ao combate a segregação, exclusão e descriminação das minorias, torna essas pessoas invisíveis perante a sociedade, o que fere o direito de isonomia e equidade social. Haja vista que todos são diferentes, além de importantes em decorrência da diversidade, que deve sim ser celebrada.
Portanto, são imprescindíveis as mudanças rápidas, onde a educação seja coautora principal dessa ação, tendo o papel primordial nesse desafio, uma vez que está relacionada ao comportamento social de uma nação. Desse modo, o Estado deve por sua vez a condução de leis que visem o aprimoramento e medidas que levem a equidade social de isonomia a todos os grupos sociais que estão em condições de vulnerabilidade.