Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 28/08/2020

Hodiernidade, é perceptível por meio de redes sociais, notícias, ou casos presenciais que a intolerância e o discurso de ódio contra os grupos que fazem parte das minorias tornaram-se cada vez mais assíduos nas relações que permeiam o tecido social. Isso posto, para expressar esse comportamento de discriminação frequentemente evidencia-se a violência, além de que o Estado deve reverberar e garantir o que está estabelecido na Constituição de 1988, no que tange ao princípio da igualdade para todos os indivíduos.

À partida, o discurso de ódio contra as pessoas que são consideradas minorias vem tomando proporções cada vez maiores, uma vez que os casos, noticiados nas mais diversas mídias, como negros, mulheres, índios e gays, por exemplo, possuem índices assombrosamente altos. Dessarte, o IBGE em 2018, relatou, por meio de estatísticas, que os casos de agressões contra as pessoas que compõem a comunidade LGBT aumentaram vertiginosamente, a ONU organização das nações unidas, divulgou dados que notificam que os casos de feminicídio, ao redor do mundo, crescem.

Idem, a Constituição Cidadão explicita-se, mediante de artigos e dispositivos, que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. No entanto, a modernidade revela o Enigma da atualidade, do filósofo Henrique de Lima, o qual explana que apesar de a sociedade, ser tão avançada em suas razões teóricas, é indigente em suas ações éticas, ou seja, mesmo sendo garantida na Carta Magna o respeito a todos os cidadãos, são constantemente inferiorizados aqueles considerados minoria. Dessa forma, é possível perceber a necessidade de conceder para esses grupos o que está garantido na Constituição de 1988, um tratamento respaldo na equidade. Sendo assim, é necessário o desenvolvimento de uma força tarefa que fiscalize essas situações, é primordial que o Poder Legislativo elabore leis que venham penalizar, por meio de multas e até mesmo prisões, aqueles que forem notificados em algum caso de violência contra as minorias, a fim de que a hostilidade contra essas vítimas seja mitigada.

Ademais, é necessário convidarem ativistas para demonstrarem as dificuldades enfrentadas pelas minorias, com intuito de que todos venham ser tratados segundo o princípio da igualdade, palestras também são muito importantes, é imprescindível que as ONGs- organizações não governamentais venham, elucidar às autoridades a importância de elaborarem políticas públicas, com intuito de que todos venham ser tratados segundo o princípio da igualdade.