Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 20/04/2020
Observando os dias atuais, é nítido que, cada vez mais, a propagação de ódio e a intolerância a minorias estão cada vez maiores, já que com o passar do tempo, nos é ensinado que devemos seguir o padrão imposto. Dessa forma, pessoas que temem não serem aceitados no meio social e não adquirirem a identificação social, negam-se a aceitar civis que não estejam ligados à retrograda cultura, ainda que todos devem ter os mesmos direitos, independentemente do gênero, cor, etnia, classe social e opinião. Todavia, como dizia o filósofo Jean-Jacques Rousseau, o homem nasce bom, sem a capacidade de ter sentimentos negativos perante o mundo ao seu redor e a ele mesmo, porém, a sociedade distorce e corrompe sua liberdade e genuína bondade na forma de pensar.
Números avassaladores de mortes por intolerância religiosa, homofobia, machismo e xenofobia contra a comunidade LGBTQIA+, religiosos, ateus, imigrantes, portadores de deficiência física ou mental, entre outros, estão presentes no mundo, ainda que com o decorrer dos anos, essas minorias adquiriram força e apoiadores, ainda é um problema que deve ser erradicado, para que todos possam ter liberdade na forma de pensar.
O decorrente desprezo para com as minorias impedem que aja um modo de viver favorável para aqueles que sofrem um determinado tipo de preconceito, por essa razão, conscientizar a população é um fator de muita importância, já que quanto mais apoiadores existirem, menos serão os opressores.
Tendo como exemplo a homofobia, uma das maiores causas de mortes no Brasil, diversos movimentos são feitos para protestar contra a discriminação, como a “Parada LGBT”, em que manifestantes saem ás ruas para lutarem contra a frequente opressão.
Em suma, como dizia Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”, dessa forma, é certo que as influências ao redor do homem constroem o modo de pensar e seu caráter.