Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 27/09/2020

Consoante à Contituiçao Federal de 1988 no artigo5,‘Todos sao iguais peante a lei sem distinçao de qualquer natureza".Entretanto,tal construçao teorica faz-se pouco efetiva em metodologias praticas,haja vista que o crescimento da intolerancia e discurso de odio é evidente no Brasil.Nementando sse viés,em um cenario de causa e consequencia,o desrespeito ao que foge do padrao socialmente deteminado é marginalizado,fomentando violencia.

cabe ressaltar,a principio,que o desprezo pela realidade do outro é um fator motivante para desencadear intolerancia e odio.Nessa perspectiva,as minorias qualitativas,a exemplo de grupos homoafetivos,pessoas de baixa renda,mulheres,negros e deficientes sao vulneraveis a intolerancia a violencia,.Com Efeito,Florestan Fenandes dissertou sobre a importancia da equidade em sobrepossiçao a iguadade,uma vez que aquela é tratar desigualmente os desiguais.Por conseguinte,sua tese se baseia em afirmar que nao é correto trata pessoas de nivel de vulnerabilidade social como os grupos de maioria,pois estariam negligenciando sua maior sucetividade a sofrer certos tipos de preconceito e violencias.

Outrossim,é notoria a persistencia da violencia contra essas parcelas minoritarias. Segundo Pierre Bordieu,a violencia simbolica, a qual é a maneira que um tipo de violencia é naturalizada e vista pelos indivisuos como algo banal,tornou-se muito evidente na sociedade.Diante disso,o corpo social se alienou da realidade do outro,abstendo-se de intervir nessa situaçao de descriptude moral.Alem disso,tal sociologo teorizou sobre o “Habitus”,que é a forma como as pessoas aprendem e reproduzem aquilo que faz parte do pensamento da sua epoca,sendo assim,influenciados pelas atitudes vistas no corpo social.Dessarte,a reproduçao de atitudes intolerantes corrobora para incitar a violencia.

Em suma,Cabe ao Ministerio da Justiça promover medidas que mitiguem essa problematica.Assim,pode-se,por meio de parcerias com ONGs realizar palestras em escolas publicas e particulares sobre a diverisidade do ser humano e a necessidade de serem respeitados independente de cor,orientaçao sexual,sexo,idade ou doença,a fim de transformar a sociedade desde a sua base e romper com o habito e a naturalizaçao da violencia e do preconceito.Desse modo,com a difusao do respeito e tolerancia,a premissa constitucional poderá ser efetivada plenamente.