Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 30/04/2020
Preocupante. Assim pode ser definida a situação dos discursos de ódio contra minorias. A falta de preocupação com essa intolerância, gera várias consequências negativas, tanto no âmbito social, quanto no econômico. Logo isso precisa ser mudado.
No que se refere ao ódio, temos como algo muito forte a falta de empatia contra classes mais baixas, cabe pontuar que no Brasil o avanço do discurso de ódio e a polarização nas democracias, onde mulheres, negros, indígenas, imigrantes, grupos religiosos, e LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais ou transgêneros e intersexuais), têm sido cada vez mais estigmatizados. A intolerância é uma disposição diante do outro, uma variedade da impaciência que autoriza a separação a não convivência, o isolamento social e o desprezo. Logo em seguida vem o ódio, que é uma escolha, o problema é que quando se decide disseminar o ódio é muito dificil parar.
Tem se que esclarecer algumas algumas coisas, uma minoria não está sempre em menor número na sociedade, e sim uma classe das pessoas que estão numa situação de desvantagem social. O Brasil ocupa o primeiro lugar em homicídios de LGBTs em toda a América, com 340 mortes por homofobia em 2016, segundo o último balanço do ILGA (Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais). Nesse sentido, tais dados revelam à importância e necessidade a igualdade social, haja vista que é garantida por lei no Artigo 5 da Constituição Federal a isonomia a todos os cidadãos, e assim a tutela dos direitos das minorias.
Portanto, são imprescindíveis mudanças rápidas e enérgicas, em que a educação seja coautora principal dessa ação, tendo o papel primordial nesse desafio, uma vez que está relacionada ao comportamento social de uma nação. Com isso, a mídia juntamente a escola são ferramentas fundamentais para conduzir o processo de integração e inclusão social desses grupos por meio do conhecimento das diversidades sociais.