Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 10/05/2020

Obter qualquer sentimento hostil concebido sem exame crítico exposto em forma de opinião assume conflitos socioculturais, exclusão e violência. Propagar o ódio e intolerância são atitudes comuns para os que não possuem empatia e senso.

O nazismo, ideologia ligada a grupos de extrema-direita, é um grande exemplo associado a esse comportamento. Adolf Hitler, líder político alemão neo-nazista, tem como seus ideais a superioridade biológicas de raças.

O livro “Minha luta”, que tem como autor si próprio foi escrito durante sua prisão em 1923, é conhecido como a “Bíblia Nazista Alemã” por repassar todos os princípios de inflexibilidade.

Atualmente no Brasil, Jair Messias Bolsonaro, assume o cargo de presidência no país. Nos seus discursos, ataca as minorias e disseminando furor, o próprio se responsabiliza e não se redime com o que diz.

No entanto, infelizmente é perceptível ainda grande parte da população que adquire a intolerância e propaga o ódio por diversos meios, seja online ou presencialmente atingindo moralmente o próximo.

Autoridades e os Direitos Humanos devem reforçar e investir em leis para intervir esse tipo de atitude. Espalhar o ódio contra minorias, raças e etnias enfraquece a cidadania e atrasa o país pelo fato de existir certa divisão e conflito entre a população.

Desse modo, diante de até mesmo fatos históricos deixados, comprova-se que o preconceito atinge psicologicamente, e muitas vezes matam aqueles que a sociedade aponta como “mais fraco”, nesse grupo destaca-se negros, homossexuais e etc. A afeição deve-se existir não só para aqueles que se amam, mas também para os que convivem no mesmo meio que o todo.