Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 13/05/2020
A Marvel Comics na década de 70 trouxe ao público os X-men, uma evolução dos humanos que eram chamados pela sociedade da ficção de mutantes e constantemente abominados, dois mutantes se destacam especialmente por serem mais distintos: Estrela Polar primeiro herói homossexual dos quadrinhos e a Tempestade uma das pioneiras dentre mulheres heroínas negras, todavia, falta representatividade. Torna-se muito evidente no Brasil que esses tabus necessitam ser quebrados, porém se torna difícil com políticos em grandes cargos com ideais homofóbicos e uma população que naturaliza opressões contra mulheres negras.
Em primeiro lugar, vale ressaltar a importância que é a figura da Mariele Franco, uma socióloga que foi morta na busca por igualdade social principalmente em defesa das mulheres negras, estas que nunca na história brasileira foram tratadas com igualdade. Em 1888 foi abolida a escravidão no Brasil, contudo foram mais de três séculos de escravidão e o pensamento de superioridade racial ainda está presente em pensamentos Brasileiros, uma A ONG Britânica World Heal the World realizou uma pesquisa no Brasil em 2018 e verificou que; foram registrados mais de 12000 crimes de ódio sendo 70% relacionado a preconceito racial.
Em segundo lugar, uma das mais brilhantes mentes e considerado o pai da computação Alan Turing foi castrado quimicamente na Inglaterra devido sua orientação sexual. Esse preconceito não está restrito ao passado, em 2017 a bancada conservadora apoiada pela ministra Damares queria aprovar o projeto intitulado de “Cura Gay” que consiste em terapia de orientação sexual, felizmente o Conselho Federal de Psicologia o aboliu. Com o propósito, de diminuir a intolerância contra minorias em geral é vital que os direitos humanos criem um aplicativo de denúncia com assistência 24 horas para IOS e Android e faça campanhas apresentando o tal a sociedade. Desse modo, reduzindo ações de intolerância e prendendo indivíduos preconceituosos , visando transformar o Brasil em um território compreensivo a diferenças.