Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 31/07/2020
De acordo com a Constituição Federal de 1988 todos são iguais perante a lei. Apesar dessa lei garantir a igualdade entre todas as pessoas no Brasil, não é o que ocorre, as minorias enfrentam constantemente intolerância, que é falta de respeito e compreensão com o próximo no qual resulta o discurso de ódio. A vulnerabilidade da minoria e a utilização de redes virtuais são meios para disseminar o desprezo por esses indivíduos.
Em primeira instância, a vulnerabilidade implica na situação de fragilidade, seja por motivos econômicos, sociais, entre outros. Mediante este contexto, na antiguidade a sociedade romana denominava, com termo pejorativo, os povos que não falavam latim e possuíam costumes diferentes de “bárbaros” e dominava-os e estabeleciam-lhes o estilo que os romanos seguiam. Hodiernamente, os grupos minoritários tem uma certa relação com o esse acontecimento de antigamente, pois convivem enfrentando constantemente o desrespeito e discurso de ódio, em razão de não encontrar apoio suficiente pela legislação vigente, ou de ter e não ser realizado de maneira eficaz.
Em segunda instância, no espaço em que a intolerância está presente, o discurso de ódio é um método para a disseminação da raiva, do horror sobre a minoria e compartilhar com pessoas que cometem as mesmas atitudes preconceituosas através das redes virtuais. A exemplo deste cenário, no filme de drama chamado “Bullying Virtual” que relata a história de uma adolescente chamada Taylor, a qual ganha de sua mãe um computador, diante disso a garota se torna vítima de bullying na internet ao entrar em uma rede social. É necessário que medidas sejam tomadas para que casos como esses sejam evitados ou cessados.
Desse modo, é extrema importância que o governo tome medidas mais rigorosas para que a intolerância e a manifestação de ódio tanto dentro quanto fora das mídias sociais sejam extinguidas. O Ministério da Educação com o auxílio de ONGs devem promover palestras e debates nas escolas sobre as diferenças sociais que existem no país e que devem ser respeitadas, a mídia pode colaborar na divulgação sobre essa temática e a relevância da empatia com o próximo, para que dessa maneira possa prevalecer a igualdade de todos como está na Constituição Federal de 1988.