Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 16/07/2020

Ordenada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à inclusão social de qualquer povo na sociedade e ao bem estar social. Entanto, a incidência de rejeição dessa minoria impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Até pouco tempo as minorias eram desconsideradas e excluídas como um grupo social, porém, atualmente as minorias vem conquistando seu espaço, tentando combater os discursos de ódio que as diminuem, contudo, esse ainda é um grande desafio enfrentado no Brasil devido ao preconceito de diversas pessoas.

As minorias são grupos que estão em desvantagem social, como transsexuais, negros, religiosos, mulheres, gays, e outros. São consideradas desta forma, pelo fato delas serem relações de dominação entre diferentes subgrupos da sociedade e delimitada pelos grupos dominantes, determinando o que é um padrão. Vulnerabilidade, identidade em formação, luta contra os privilégios de grupos dominantes e estratégias discursivas, são características de minorias.

Os discursos de ódio podem ser evidenciados como dificuldade de aceitação da variedade existente no mundo, sendo estes responsáveis pela ocorrência de grandes tragédias. Infere-se, portanto, que para garantir um mundo melhor, o governo com participação de ONGs deve promover ações públicas para conscientizar a população e aplicar leis mais rígidas para aqueles que desrespeitarem a seguinte lei do Art. 5º: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.