Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 21/07/2020
Historicamente as minorias são excluídas e não tem a visibilidade que deveriam ter. Elas eram ignoradas e vistas com maus olhos, eram descartadas da sociedade e o normal era inferioriza-las. Hoje isso mudou, as minorias, tais como grupos LGBTQ+ e as mulheres, fazem uso de diversos meios de comunicação, principalmente da internet, para a exposição de situações vividas, luta pelos seus direitos e igualdade, para diminuir o preconceito e a desigualdade imposta neles pela sociedade.
É comum a todas as minorias algumas características, como vulnerabilidade, luta pelos seus direitos e contra os privilégios da maioria. As minorias não são necessariamente minorias numéricas, já que no Brasil, mulheres e negros são numericamente maioria, o que não mudam o fato de serem inferiorizados. Infelizmente existe o ódio por parte de algumas pessoas perante a negros, gays, transgêneros, estrangeiros, entre outros, sem motivo aparente, apenas pela criação que o individuo recebeu, uma criação machista e homofóbica. Isso gera cidadãos preconceituosos, intolerante e radicais.
Essas minorias sofrem também com a falta de punição para seus agressores, que muitas das vezes quando denunciados são liberados algumas horas depois. Maridos ou namorados agressores deveriam ser punidos com lei Maria da Penha após a primeira agressão à esposa. A lei N° 7.716 de 5 de janeiro de 1989 pune atos racistas, de preconceito racial ou de cor. Não existe uma lei específica para a punição de atos homofóbicos.
Seria ideal o senso, senso de que independente de cor, gênero, condição sexual, todos são pessoas, nem melhores nem piores do que ninguém. Mas como em muitos lugares o senso não funciona, no Brasil por exemplo, multas e leis mais severas que punam aqueles que descriminarem minorias podem ser implementadas, com o intuito de diminuir e até acabar com a intolerância. Assim pessoas injustamente descriminadas poderiam viver uma vida normal.