Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 25/07/2020
Uma das principais figuras intolerantes durante a história foi Adolf Ritler. Disseminou discursos agredindo, tanto verbalmente quanto não verbalmente, a grupos como judeus, negros, ciganos, homossexuais, pessoas portadoras de alguma deficiência e entre outras. O termo utilizado por Ritler era “Raças inferiores” e “Doentes incuráveis” para se referir aos grupos. Situações como essas, infelizmente estão enraizadas na sociedade, sendo que um dos maiores obstáculos é o que essa descriminação gera nessa minoria, e o que causa nas pessoas ao redor.
Segundo a música de Zé Ramalho, “O cidadão”, alerta sobre o preconceito social. O personagem da composição cita lugares que ajudou a construir e relata que nem se quer pode usufruir. Uma grande quantidade de pessoas que estão em desvantagem social passam por momentos parecidos ou até piores. Os intolerantes ferem com palavras ou ações seres humanos por serem quem são ou por apenas apresentar uma característica oposta da outra pessoa, sendo que toda a população tem os direitos iguais e merecem recebê-los, e não somente para uma parte dela.
Casos, notícias e números de indivíduos que são agredidos e mortos ou realizam o suicídio é absurdo. De acordo com Correio Braziliense, em 2018, 153 pessoas LGBTQIA+ foram mortas no Brasil vítimas de preconceito. Isso acaba gerando a falta de voz, diminui a auto aceitação e as deixam inseguras e vulneráveis diante ao mundo. Todavia as pessoas ao redor dessas circunstâncias pode ser influenciado positivamente, alertando e buscando intervir de alguma forma, ou negativamente, se aliando e praticando os mesmos atos que o agressor.
Lamentavelmente esses discursos de ódio e o preconceito não irão acabar de um dia para o outro, contudo medidas plausíveis é bastante viável a esses tipos de situações. Cidadãos que tenham um vasto conhecimento do assunto, por exemplo, divulgue e realize a conscientização por meio de plataformas digitais que hoje são tão usufruídos pela nação. Nas escolas e faculdades, podem buscar realizar trabalhos que envolvam diferentes tipos de pessoas, para que possam aprender e respeitar a diferença do outro, sendo eles teóricos ou práticos. E que o mundo, ONG’s, governos e entre outros setores com autonomia e poder, possam cada vez mais promover projetos para o crescimento do caráter humano.