Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 21/07/2020

Podemos compreender que os discursos de ódio existentes no mundo podem ser evidenciados como grandes males da sociedade, sendo estes responsáveis pela ocorrência de grandes tragédias, como foi o caso do holocausto. Portanto, fica bem claro que há diversos aspectos no mundo contemporâneo que fazem com que algo tão antigo quanto a intolerância no Brasil tome formas catastróficas e até mortais. Cabe ao homem e a mulher selecionar as informações que recebe, buscando saber o que é coerente ou não. Além disso, não devemos radicalizar nenhum movimento político, religioso ou social, pois os extremistas existem em todo lugar, mas são minoria, e não devem responder pelo todo que representam. Sob esse prisma, várias são as consequências advindas de tais condutas, dentre elas estão à exclusão social e a potencialização dos índices de violência contra as minorias. No entanto, nota-se o papel da escola e da família como principais promulgadoras dos crescentes casos de discurso de ódio no país, haja vista a omissão de diálogos que demandem o respeito mútuo entre os competentes de o folheto civil contribuírem para o crescimento da intolerância à opiniões diversas. A qual aborda que a intolerância está associada à dificuldade de reconhecer a expressão da condição humana no que nos é absolutamente diverso. Dessa maneira, surge um contexto alarmante cuja necessidade de intervenção se faz imediato. Urgem, portanto, ações afirmativas e sinérgicas entre os atores sociais, a fim de combater a desordem promovida pelo discurso de ódio no Brasil. Logo, cabe à escola, mediante projetos que demandem a construção do desenvolvimento crítico dos alunos, realizar debates e diálogos em sala de aula periodicamente, com o fito de demonstrar a importância do exercício correto da liberdade de expressão, bem como estimular o respeito a opinião do próximo e erradicar a disseminação de ódio contra às diversidades.