Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 23/07/2020

Na música “AmarElo”, do rapper Emicida junto com participações de Majur, uma trans não-binária e a Pabllo Vittar, uma drag queen. A música traz uma mensagem atualmente sobre ter forças, união, empatia e a resistência. Além disso, a música também mostra um cenário atual, apontando o preconceito que são manifestado por algumas pessoas.

Antigamente na Segunda Guerra Mundial, Adolf Hitler afirmava que, a raça ariana era superior e pura. Entretanto, Hitler tinha a visão que os negros, judeus, ciganos, homossexuais e deficientes era uma raça inferior, e com isso, para não impurificar a sociedade alemã, muitas pessoas foram executadas. Segunda pesquisa realizada pela ILGA (Associação Internacionais de Gays e Lésbicas), o Brasil ainda é o maior país que mais assassina LGBTs no mundo, consta mais de 300 mortes por homofobia.

Sobretudo, as redes sociais é o local onde ocorre inúmeras intolerância, machismo e homofobia. Nesse contexto, na internet é muito comum ver discursos de ódios, principalmente no Twitter, pelo simples fato da pessoa ter o arbítrio livre de se expressar. Além disso, infelizmente o Twitter passou a ser uma ferramenta de ataque de ódio, e contém vários casos de suicídio por conta de comentários ofensivos nas mídias.

Em suma, no trecho da música do Emicida, “Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes,elas são coadjuvantes, não, melhor, figurantes,que nem devia tá aqui…” se baseia na luta e sofrimento passada por conta das intolerâncias vivenciadas. Entretanto, como dizia o filósofo Rousseau “O homem nasce bom, e a sociedade o corrompe”, poderá ser necessário implantar nas escolas, um meio que desconstrua pensamentos ofensivos, para que a sociedade não aprendam e possam corromper o homem bom.