Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 24/07/2020
“ Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza “ é o que diz no artigo 5° da constituição federal atribuída em 1988. Portanto, há preconceitos variados contra minorias e, acompanhados deles, os discursos de ódio. A intolerância que cresce a cada dia contra negros, homossexuais, pobres e de determinada religião deve-se a uma sociedade, na sua maioria, revoltada em conflitos políticos e mal resolvidas entre eles.
Assim, com a repugnância a judeus na Alemanha pós-primeira guerra e, logo, a elevação dos nazistas, os brasileiros passam por momentos parecidos: o aumento da criminalidade e o desprazer político faz com que a sociedade tomem atitudes sem coesão, por exemplo, um negro se tornando marginal na favela.
“As pessoas que o cercam são um fator relevante em sua formação” diz, Sigmund Freud por pessoas de má índole, diante disso tente culpar os desprevilegiados. na sua canção Chico Buarque diz “, contudo, a raiva ou ódio é um sentimento obscuro a si próprio.
Logo, a intolerância contra essa parcela da sociedade, devido a classes e culturas desiguais é uma grande doença sociocultural e deve ser tratada. Contudo, o ministério da justiça em conjunto com o congresso nacional, devem aprimorar suas leis contra tais crimes e colocá-las em prática a quaisquer dos delitos de ódio, assim tornando a sociedade mais harmoniosa.
Portanto, são imprescindíveis mudanças rápidas e enérgicas, em que a edução seja coautora principal dessa ação, tendo o papel primordial nesse desafio, uma vez que está relacionada ao comportamento social de uma nação. Desse modo, o estado tem uma função indispensável na condição de projetos e leis que visem o aprimoramento e medidas que levem a equidade social de isonomia a todos os grupos sociais que estão em condições de vulnerabilidade.