Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 21/07/2020

O livro o ´´o cidadão de papel``, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que atingem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que a intolerância e o discurso e ódio contra minorias  afeta a sociedade como um todo. Assim, seja pela marginalização de alguns grupos sociais, seja pelo etnocentrismo de pessoas privilegiadas, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

Em primeiro plano, vale ressaltar que um dos principais males para esse problema são os esteriótipos construídos ao longo do tempo . Isso ocorre, pois ainda há um preconceito com algo diferente do que é identificado como correto por uma maioria. Essa realidade tem raízes históricas, visto que a discriminação era comum a algumas décadas. Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para reverter esse quadro.

Em segundo lugar, destaca-se que a Constituição Brasileia de 1988, assegura todos os indivíduos de qualquer tipo de constrangimento e deturpação da sua imagem. Embora essa lei esteja em vigor, ainda há tal prática. Com isso, tem-se como consequência a generalização da injustiça e a prevalência do sentimento de insegurança coletiva.

Logo, medidas estratégicas são necessárias para mudar esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com o ministério da cultura devem desenvolver palestras nas escolas, para alunos do Ensino médio, por meio de entrevistas com vitimas do problema, bem como especialistas no assunto. Tais palestras devem ser conferenciadas nas redes sociais dos ministérios , com o objetivo de trazer mais lucidez sobe o assunto e atingir um público maior. Por fim, é preciso que a comunidade brasileira olhe de forma mais otimista para a diferença, pois, só assim, o país se tornará mais plural e justo.