Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 23/07/2020
A Constituição brasileira de 1988 assegura a todos os indivíduos o direito à igualdade, independente da raça, cor, sexualidade ou religião. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que há presente o discurso de ódio contra a minoria. Esse cenário nefasto ocorre não só pelo preconceito, mas também pela falta de empatia. Logo, faz-se imperiosa a análise dessa conjuntura, com o intuito de mitigar os entraves para a consolidação dos direitos constitucionais.
Em primeiro plano, vale ressaltar que um dos principais males do preconceito é a descriminação sem uma análise completa, que pode causar ao indivíduo insultado problemas psicológicos. Isso ocorre devido à propagação de ódio em diferentes locais, principalmente em plataformas virtuais da internet, onde os indivíduos podem expressar suas opiniões preconceituosas sem sofrer as devidas consequências. Sendo assim, é necessário que as medidas sejam tomadas para reverter esse quadro.
Além disso, destaca-se que esse problema também ocorre devido à falta de empatia existente nos dias de hoje. Esse fator decorre pelo fato do indivíduo não possuir inteligência emocional desenvolvida e a capacidade de ouvir e compreender sobre determinado assunto, tornando-se assim, egoísta. Esse egoísmo e a ausência da capacidade de ouvir podem servir de estímulo para que a pessoal exponha sua opinião mal formada, prejudicando assim, a saúde mental da vítima.
Portanto, é necessário combater a intolerância e o discurso de ódio para se ter uma sociedade igualitária onde há respeito. Para isso, com o apoio dos pais, o ministério da educação deve conscientizar os alunos desde pequenos, por meio de atividades que promovam a empatia e a interação de todos os alunos, uns com os outros, promovendo a convivência e exaltando o respeito com o próximo desde pequenos. Só assim, será possível observar os direitos constitucionais na prática.