Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 27/07/2020
Desde que a sociedade foi criada, sempre houveram grupos que não se encaixavam como o comum de toda a sociedade, ou, grupos que eram propositalmente ditos como “inferiores” por não serem, parecem, ou agirem da forma exata na qual era o julgado “certo”. Desde séculos atrás, por exemplo, mulheres que não queriam ter filhos ou um marido, eram ditas como “vadias”. Contudo, completamente não relacionado no assunto, temos os homossexuais e os negros, que se encaixam perfeitamente como minorias.
Quando se fala “minorias”, não se refere a estar em menor quantidade, e sim a ser tratado com inferioridade. Os negros ocupam pouco mais que metade da população do Brasil, grande parte forçados a viver nas favelas, já que desde que a época da escravidão tinham de ficar separados do resto, por não serem aceitos na sociedade branca. Um grande problema também é o julgamento precoce, muitos não conseguem empregos, pois não são aceitos graças a cor de sua pele.
Diante dos fatos apresentados, não se pode deixar de lados a comunidade LGBTQ+. Grande parte dos religiosos, vêem eles como aberrações de um ser maligno, e que todos eles irão para o inferno. Muitas famílias chegam a deserdar seus próprios filhos de suas casas, e isso faz com que muitos deles fiquem reclusos a assumir quem são, ou seja, sua própria sexualidade.
De acordo com os argumentos que foram dados, é imprescindível que as escolas, em parceria o governo, implementem palestras e programas educacionais na instituições escolares, para que desde de pequenos, as crianças possam aprendem a julgar um contrato de emprego pelo currículo, e não pela sexualidade ou cor de pele do indivíduo. Assim, terá a extinção de preconceitos e julgamentos precoces, para que essas minorias enfim deixem de ser minorias