Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 27/07/2020
Sempre esteve presente, nos seres humanos, sentimentos explosivos como a raiva e, como explica a biologia, o ódio é caracterizado pela estágio mais avançado da mesma, portanto caracteriza-se pela raiva consciente. Hoje vive-se na Era da intolerância, onde a propagação do ódio, em especial às minorias, tem tomado um rumo alertante. Em decorrência disso, é de ressalte a influência que as redes sociais têm no século do individualismo. Primeiramente, de acordo com a filosofa Hannah Arendt pode-se considerar a diversidade como inerente à condição humana, de modo que os indivíduos deveriam estar habituados com a convivência com o diferente, mas contraditoriamente e infelizmente essa não é a realidade permanecente. Por conseguinte, as redes sociais são as principais ferramentas de propagação dos discursos de ódio e, ao mesmo tempo, grande parte do agravante do problema surge das mesmas, explicando-se pelo sistema de algoritmos no qual o usuário passa por um filtro de informações, com bases em seus dados, onde lhe é exposto somente o que lhe agrada, impedindo-o de conhecer a diversidade. E pessoas começam a companhar essa pessoa, e acha que já conhece a vida da pessoas toda, acha que já pode dizer o que é certo e errado, o que deve fazer. Mais muita das vezes o que a pessoa mostra nas redes social não é nem a metade da vida dela. As pessoas precisam entender isso, que não é que você acompanha a pessoa que você sabe da vida dela toda. AI que começa as pregas nas redes social, que a pessoa acha que já conhece a pessoa, e isso acaba tendo um desentendimento, e isso pode até levar a justiça.