Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 25/07/2020
A intolerância e discurso de ódio contra as minorias tem sido um assunto muito presente. Este cenário social não se reduz aos tempos atuais.
No domínio do império romano, todas as nações que não eram romanas, eram consideradas bárbaras.
Durante o Brasil colônia, havia uma superioridade racial dos portugueses em relação aos índios, e posteriormente, aos negros.
Esta situação era denunciada por vários escritores abolicionistas, como Castro Alves, na tentativa de desvendar a desigualdade imposta por aquele regime monárquico. No entanto, as tentativas feitas através de revoltas, como as inconfidências, foram sufocadas pelas mais variadas formas de opressão social ( condenação a morte, exílio etc).
Com o passar do tempo, a raiz do preconceito gerou varias ramificações de intolerância a classes menos favorecidas, como a submissão opressiva do sexo feminino, exploração do trabalho negro, a dizimação das tribos indígenas etc.
Muitos avanços foram conseguidos com as ações promovidas pela ONU( Organização das Nações Unidas) e pela Constituição de 1988, para assegurar a igualdade entre os seres humanos independentemente de cor, raça e sexo.
Entretanto, mesmo após tais esforços e progressos,ainda na atualidade há aceitação coletiva do desprezo a pessoas de classes menos favorecidas, piadas ridicularizando homossexuais, surdez de idosos, pessoas obesas, carecas, e no campo religioso,a estigmatização de pessoas como beatas( catolicismo) e “os bíblias”(protestantes).
Portanto, se faz necessária ações que visem por meio de veículos educacionais de respeito ao Ser individual, através de programas de educação continuada sobre regras de boa convivência e respeito ao próximo.