Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 25/07/2020

Essa intolerância, se deve a fatos históricos, já que até pouco tempo as minorias eram desconsideras e o normal, era excluí-las como um grupo social. Mas atualmente, as minorias vem conquistando seus espaços e aos poucos combatendo os discursos de ódio que as diminuí. Entretanto, esse é um grande desafio enfrentado no Brasil, devido ao preconceito de várias pessoas. Um exemplo de intolerância é o racismo, que desde o início da história brasileira, os índios ou negros foram colocados no papel de sub-missão (um papel menor e de exploração) e de acordo com dados estatísticos 64% dos presos no Brasil são negros, 63% dos pobres no Brasil são negros, 69% dos moradores de rua no Brasil são negros. Esses números, explicam como é a realidade do Brasil com a sociedade negra . Mas como todos países do mundo, o Brasil também tem ações para tentar minimizar esse ato de intolerância. A primeira são as cotas raciais ( que servem para tentar auxiliar que os negros consigam entrar nas universidades e ascender culturalmente e socialmente no país). Existe também uma legislação que prevê uma igualdade racial e de gênero.

Outro exemplo de intolerância é a religiosa, um exemplo de intolerância religiosa é a muçulmana, que a maioria das pessoas acham que muçulmanos são terrorista, por causa de uma minoria que usam essa religião para fins de conflitos e acaba globalizando a religião toda.

Temos também a intolerância sexual, que é a pessoa ter ódio da outra pessoa, pelo simples fato: ou dela ser mulher, ou ser gay, ou ser trans. Muitas das vezes, essa intolerância chega a ser um pouco radical, causando morte dessas pessoas que não “agradam” as outras pessoas. Alguns dados estatísticos mostram isso: Das 445 vítimas registradas em 2017: 12 heterossexuais (2,7%), 43 lésbicas (9,7%), 5 bissexuais (1,1%), 191 transsexuais (42,9%) e 194 gays (43,6%).