Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 25/07/2020

A intolerância e o sentimento de ódio contra as minorias estão, infelizmente, enraizados em nossas origens e vai passando de geração em geração o ensinamento de que é errado fazer parte de determinado grupo. As minorias são as pessoas que estão em uma situação de desvantagem social e que não são compreendidas e respeitadas por serem quem elas são, como o movimento LGBT, os negros, os judeus, os índios, as mulheres, entre outros.

A sociedade sempre impôs um “padrão” para as pessoas, o que é chamado de normatização. As pessoas brancas, de classe média para alta e heterossexuais são quem seguem essa padronização e aquelas que fogem desse padrão imposto é desrespeitada, descriminada e odiada. No Brasil, segundo dados do IBGE, em 2016 as pessoas negras eram a maioria da população com 54,9%. Dados da PNAD também mostram que as mulheres eram a maioria da população, com 51,4, em 2015. Essas pesquisas mostram que esses e outros exemplos de minorias estão, na verdade, em maior quantidade no país e mesmo assim são os que mais sofrem.

Para acabar com esse sentimento de intolerância e ódio é preciso haver uma conscientização com as famílias ensinando seus filhos desde pequenos que não devem julgar as pessoas pelo o que elas são. Políticas públicas para fazerem mais leis contra aqueles que praticam esses atos também é fundamental e devem investir mais na educação voltada para esse tema, para que, além das famílias, as escolas também ensinarem que a intolerância e ódio contra as pessoas é errado. Também é importante ir à luta com protestos, petições e manifestações. E principalmente, as pessoas racistas e preconceituosas reavaliarem seus pensamentos e perceberem que independente de cor, raça, etnia, religião e gênero, todos os seres humanos são iguais e merecem respeito.