Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 26/07/2020

Para o escritor francês Honoré de Balzac, “a igualdade pode ser um direito, mas não há poder sobre a Terra capaz de a tornar um fato”. Outrossim, percebe-se na contemporaneidade, cada vez mais a disseminação do ódio e a intolerância contra minorias, o que fere diretamente a constituição e abala o psicológico daqueles que sofrem com tais ações. Nesse sentido, convém destacar a delimitação de políticas públicas eficientes na luta contra tais fato e as agressões sofridas pelas minorias, como: LGBTQI+, pobres, imigrantes, mulheres, negros. Em vista disso, urge a importância de debater o assunto.

A priori, ressalta-se a ausência do poder público na eficiência de controle de leis que garantam a oportunidade de expressão e igualdade de todos. De maneira análoga, vê-se comprometida a capacidade de desenvolvimento daquele que se encontra inferior, pondo em risco sua atuação social. Explica tal fato, o filósofo Jean-Jacques Rousseau, “a natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável’. Logo, devido a uma sociedade desigual, a manipulação comportamental social torna-se evidente e problemática.

A posteriori, ressalta-se a sensibilidade emocional, devido a condição de ameaças, humilhações e até mesmo desprezo sofrido pelas vítimas. Como desdobramento, alude-se a não medição da propagação de ódio pelos agressores, apresentando-se superiores, o que compromete a formação psicológica e democrática do cidadão afetado. A saber na visão do filósofo francês Jean-Paul Sartre, “o homem está condenado a ser livre, pois, uma vez lançado ao mundo, ele é responsável por tudo o que faz”. Assim,  faz-se necessário todo o apoio populacional e auxílio entre minorias para conseguirem se elevarem diante da sociedade.

Em síntese, medidas devem ser tomadas a fim de reduzir ações e impactos causados pela intolerância contra minorias. Dessa maneira, o Governo Federal, deve intensificar leis que acolham as minorias e deixem-nas com igualdade perante as normas, através de maior fiscalização de quem cumpre as cláusulas situadas, com multas a quem pratica algum ato de ódio ou violência. Dessa forma, para que as vítimas possam buscar apoio e amparo, os centros de auxílios, têm de realizar atividades que mostrem como cada um ali presente é especial, por meio de palestras, projetos de acolhimento, gincanas. Enfim, a partir desses comportamentos, a minoria oprimida, irá alcançar força para se expressar e lutar por seus direitos como cidadãos.