Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 26/07/2020
Hodiernamente vemos muitos movimentos que ocorrem cada vez com mais frequência, como o “Black lives matters”, movimento que luta pela vida negra, parada LGBTQIA+, que originou-se para ser uma data em que as pessoas da causa tenham um dia e um lugar para serem elas mesmas sem medos e amarras, mas porque esses movimentos são tão importantes pra essas minorias?
Desde séculos passados mulheres, negros e pessoas que não se identificam com o sexo em que nasceu e a sexualidade que a sociedade impõe a ele, as chamadas minorias, sofrem com o preconceito e ódio das demais pessoas da sociedade, com isso muitas pessoas tiveram de se esconder dentro de identidades falsas e de papéis como se vivessem numa enorme novela, tendo o tempo todo ter que ser uma pessoa que não são e tudo isso por conta do medo de serem feridas física e pscicologicamente pelas demais pessoas. Nos anos 80, por exemplo, mulheres trans tinham que se esconder de policiais que as agrediam, as roubavam e levaram presas apenas por serem quem são, vemos isso bem exposto na série televisiva “Crônicas de San Francisco”, que mostra como foi essa vida para a Marry Ann, que após ter sofrido nas mão da sociedade de sua década criou um refúgio para os considerados estranhos e anormais pela sociedade, ali as pessoas eram elas mesmas, sem medo, pois estavam com pessoas iguais a ela, essa ideia cujo foi criada Barbary Lane é a mesma ideia que originou as famosas paradadas do orgulho LGBT+ pelo mundo.
As redes sociais tiveram grande participação na luta das minorias, pois antigamente essas pessoas não tinham onde se expressarem, pois a única forma publica e de grande escala para se expressar eram os jornais e revistas e eles não tinham acesso a esses meios, até mesmo por serem marginalizados pela sociedade e com o surgimento das redes sociais todos tem direito e formas de se expressarem públicamente, defendendo assim, com muita facilidade sua causa, após isso a sociedade começou um processo de aprendizado e concientização, pois começaram a ler e aprender sobre, além disso pras pessoas que estâo “no armário”, que é como são chamadas as pessoas que não se mostram ser quem são para a sociedade, tem muitos exemplos de pessoas iguais a eles, aonde possam se apoiar e se inspirar.
Dito isso vemos que o preconceito vem de gerações passadas e esta enraizado em nós, seja por piadas que ouvimos nossos tios fazendo na ceia de natal, ou quando um familiar se assume gay, tudo isso enraiza em nosso carater, pois vemos muito disso em nosso periodo de formação e cabe a nossa geração superar isso, aprender e passar pras futuras gerações uma visão melhor de amor ao próximo, independente de sua cor, raça, orientação ou identidade sexual.