Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 26/07/2020
No dia 13 de maio de 1888, a escravidão no Brasil foi abolida. Porém, com essa abolição as desigualdades sociais no país aumentaram, isso se explica pelo fato de que os negros não tiveram um apoio após a abolição da escravatura, se tornaram então, libertos sem rumo. Convém, então, analisar a discriminação sofrida por negros e o preconceito sofrido por mulheres que lutam pelos seus direitos como uma problemática na sociedade brasileira.
É indubitável que as ações do governo contribuam para a situação. De acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Entretanto, no Brasil, a brandalidade das leis responsáveis por punir os acusados pela disseminação do ódio contra as minorias atesta contra o equilíbrio aristotélico. Dessa maneira, os discursos de ódio acabam sendo protegidos por uma justiça cuja punição não exerce medo sobre os cidadãos, o que favorece a marginalização dos grupos afetados.
Fica evidente, portanto que o privilégio e o ódio precisam ser combatidos. Nesse sentido, faz-se necessário que o Governo, por meio do congresso, barre e anule qualquer tipo de projeto de lei que tente desvirtuar o princípio legal de isonomia. Para que todos sejam tratados igualmente perante a lei e os privilégios sejam combatidos. Além disso, é preciso que a mídia averigue e denuncie qualquer tipo de intolerância seja qual for. Só assim, as regalias e a falta de complacência serão diminuídas no Brasil.