Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 26/07/2020

Pouco mais de 70 anos depois da Organização das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), documento histórico que inspirou a constituição de muitas democracias recentes, encontra barreiras para ser validada no Brasil quando se trata da questão do discurso de ódio e intolerância contra minorias.

Defronte essa questão, é importante ressaltar os danos morais e físicos sofridos pelas minorias, tais como agressões e insultos a comunidade LGBTQ+ e também as pessoas negras que sofrem discriminação por conta de sua etnia ou cor. O Nacionalista indiano Mahatma Gandhi disse que uma civilização é julgada pelo tratamento que dispensa as minorias, nesse sentido, é importante observar que a estrutura da sociedade é reflexo de suas atitudes.

Em decorrência disso, é notório que as minorias possuem um espaço inferior as pessoas elitizadas e dentro dos padrões estabelecidos, e isso acaba por afetar o artigo 5° da Constituição Federal de 1988, aonde todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Contudo, é preciso admitir que as minorias não devem ser excluídas e desmerecidas perante  qualquer circunstância.

Dessa forma, entende-se a necessidade de reunir esforços para considerar as minorias dentro da sociedade. Logo, é necessário que a Mídia intensifique as campanhas, desenvolvendo consciência nas pessoas elitizadas, com a finalidade de acabar com tal intolerância. Por fim, espera-se que o Governo Federal tenha como meta estabelecer leis rígidas, para que os praticantes de discursos hostis sejam devidamente punidos. Com essas condutas, espera-se que as minorias tenham seus devidos direitos.