Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 06/08/2020

No filme polonês ‘’Rede de Ódio’’, é abordada a história de Tomasz Giemza que promoveu várias manifestações políticas virtuais de discriminação e intolerância à imigrantes, essa situação fez com que os imigrantes, com diferentes etnias e crenças sofressem agressões xenofóbicas constantes. Analogamente à realidade do Século XXI, é observada a discriminação recorrente de determinados grupos sociais, seja por questões religiosas, étnicas ou políticas. Tal cenário é consequência do discurso de ódio que é promovido na sociedade e a ausência de auxílio político do Estado.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que, todas os indivíduos devem ser tratados de maneira igualitária. O artigo 2º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, estabelece que todos, sem distinção de etnia, religião ou nacionalidade, podem usufruir dos direitos e liberdades proclamados na Declaração. Porém, essa promoção está sendo difícil de ser instaurada, e isso é resultante do crescente discurso de ódio que predomina na sociedade, fazendo com que determinados grupos sofram repressão por terem opiniões ou crenças distintas da maior parte da sociedade.

Em segundo plano, é notado justificativas de algumas nações para promover a discriminação e intolerância à alguns grupos sociais. No Século XX, perdurou durante a Segunda Guerra Mundial, o regime totalitário nazista, de origem alemã, esse regime estabeleceu por um motivo preconceituoso de supremacia racial, a perseguição de minorias. Na conjuntura do Século XXI, observa-se que essa intolerância se configura nos Estados contemporâneos de maneira mais implícita, porém ainda destrutível e prejudicial. Dessa forma, os Estados atuais por questões políticas, sociais ou econômicas ainda possuem a dificuldade de reconhecer e validar os direitos de determinados grupos sociais.   Portanto, diante do exposto, é necessário que medidas sejam realizadas para prevenir o cenário. Para isso, cabe ao Ministério da Educação, por meio de instituições educacionais e em parceria com a família, a promoção de projetos e palestras nas instituições de ensino, que teria como objetivo principal a expansão da criticidade e o respeito às demais culturas, religiões e etnias da sociedade. Sendo assim, o indivíduo e a família – como influentes agente sociais – não irão promover o discurso de ódio à determinados grupos sociais, e isso devido a ressignificação cultural que a educação lhes proporcionou. Logo, as principais manifestações políticas contra determinados grupos sociais nas mídias e nos centros urbanos, irão ser reduzidas efetivamente.