Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 01/09/2020

Muito se discute no Brasil os desafios enfrentados para manter uma sociedade igualitária para todos, tendo em vista que, a Constituição Federal de 1988 assegura que todos são iguais perante a lei. Assim é notório sua importância, uma vez que foi estabelecido a 3 décadas, porém, não se torna desejável na prática. Desse modo, torna-se evidente que a no país uma série de desafios que tangem a intolerância e o discurso de ódio que precisam ser resolvidos.

Em primeiro plano, observa-se a falta de educação escolar como uma das principais raízes do problema a cerca da intolerância. De acordo com o site brasil escola, para cada 100 alunos, 14 terminam o ensino médio e 11 chegam a faculdade. Sendo assim, tornando em uma escala maior, a porcentagem chega a ser insignificante, haja vista que a educação é o ponto zero para o sucesso.

Em consequência disso, temos as pessoas com renda salarial baixa, déficit de aprendizagem, necessidades especiais, que acabam tornando-se a porcentagem dos que não tem nível escolar completo. Portanto, com a taxa de educação baixa, a de preconceito aumentará, conforme o G1 anunciou que 30% dos brasileiros foram vitimas por causa de classe social. Irrefutavelmente, esse índice irá aumentar se considerar os preconceitos raciais e identidade de gênero.

Logo, apesar da disseminação de intolerâncias e discursos de ódio serem os males dos séculos, é possível adotar medidas para minimizar seus efeitos como: a construção de escolas públicas de qualidade, juntamente com recursos tecnológicos e utilizar as mídias no processo educativo introduzindo uma nova forma de organização do trabalho pedagógico. Desse modo, com a expansão dessas medidas as minorias sofreriam menos com a repressão proveniente da intolerância e dos discursos de ódio.