Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 01/09/2020

No Brasil a intolerância iniciou-se no período de colonização, uma vez que os portugueses oprimiam e exploravam os nativos americanos, por serem considerados inferiores, satânicos e bárbaros. Infelizmente, essa incompreensão ainda está presente na atualidade, não apenas com índios, como também referente a crenças, raça, cor, opção sexual, vulnerabilidade social, etc. Nesse âmbito, pode-se analisar que esse problema persiste por ter raízes históricas e ideológicas.

Em primeiro plano, pode se afirmar que as questões históricas levam diversas pessoas a crer que indivíduos com alguma diferença do “padrão” social, estão erradas. Um exemplo de intolerância racial ocorreu no mês de agosto, em 2020, o jovem negro Matheus Fernandes, foi agredido por dois PMs num shopping do Rio, o ocorrido gerou revolta na população brasileira.

Em segundo plano, as crenças ensinadas desde cedo a um individuo leva-o a crer nisso, uma pessoa criada para ser intolerante raramente terá um destino diferente do seu ciclo de criação. Diante da fala do filosofo e matemático grego Pitágoras, “Educai as crianças e não será preciso punir os homens.” É visível que o ser humano é aquilo que a educação faz dele, seja ela boa ou ruim.

Diante disso, percebe-se o quão importante é a educação na vida das pessoas para fazer uma sociedade melhor e livre de intolerância. Nesse contexto cabe ao Ministério da Educação, melhorar a estrutura das escolas e aumentar o salário dos professores, assim como, investir nas áreas de pesquisa para que assim se tenha cada vez mais profissionais qualificados. Para ter uma melhor visibilidade, é necessário campanhas da mídia para expor o que ocorre em nosso país, promovendo resultados positivos na sociedade.