Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 02/09/2020

No século XX atingiu o mundo o movimento sufragista, liderado por mulheres que desejavam alem de outros direitos, o poder do voto, esta foi uma revolução comandada por uma minoria que lutava contra o poder maior: o patriarcado. Dessa maneira, a revolta sofreu uma forte repressão representando o problema apresentado, a intolerância e o ódio contra as menoridades. Com isso, esse preconceito, contra mulheres, é gerado por meios de propagandas que incentivam o poder masculino sobre o corpo feminino, gerando assim, casos de graves de desrespeito.

A priori, é inegável a presença da mídia no cotidiano da maior parcela da população, fazendo com que os espectadores assimilem muitas informações errôneas e prejudiciais a população. Por efeito, no livro O Mito da Beleza, Naomi Wolf, retrata a manipulação midiática que faz com que os meninos, principalmente, vejam as mulheres como propriedades, sem direito de liberdade. Assim, gera imbróglio da falta de empatia em prol das meninas e mulheres.

Paralelamente a isso, vem, como consequência, os altos índices de violência contra essa minoria. Dessarte, de acordo com dados do G1, cerca de oitenta por cento das mulheres mortas por feminicídio tem sua origem no ciúme, ocorrido pelo sentimento de posse de homens sobre elas. Com isso, é inegável o grave problema da intransigência.

Em suma, os fatos supracitados apresentam a realidade de uma de muitas minorias necessitadas de atenção. Por conseguinte, cabe ao poder legislativo criar leis mais rigorosas afim de atingir uma igualdade de gênero, assim como a Islândia, pais mais feminista do mundo, que atua como líder no ranking dos direitos igualitários. Outrossim é importante também a atuação da Anvisa, órgão responsável pela fiscalização das propagandas a maior rigidez quanto a objetificação feminina. Assim, pode-se atingir uma maior tolerância e menos ódio com as minorias.