Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 02/09/2020
As minorias são por definição grupos marginalizados dentro de uma sociedade devido aos aspectos econômicos, sociais, culturais, físicos ou religiosos. Mesmo no século 21, as raízes históricas da exclusão ainda se perpetuam nos país brasileiro. O discurso de ódio contra as minorias, que lutam por direitos e aceitação social, é frequente tanto na internet como nos mais importantes cargos políticos do congresso.
Em primeira análise, quando o filósofo André Glucksmann, afirma que “o ódio nada mais é do que o resultado deteriorado da ausência de educação”, mostra o quão fragilizada é a educação de uma sociedade que tem arrogância e preconceito, por parte daqueles que praticam atos com caráter rude com determinados grupos por serem considerados diferentes e inferiores aos demais que formam a sociedade. Sejam eles negros, mulheres, transgêneros, LGBTS etc. Cujo veem seus direitos sendo alterado.
Segundamente, nota-se a grande desinteresse no gerenciamento das políticas públicas, sendo instrumento do Estado responsável por proporcionar determinado direito de cidadania, seja de forma difusa ou especificamente para um seguimento social, cultural, étnico ou econômico. Além disso, pode-se dizer que uma das consequências do discurso de ódio é a violência. Com a grande discriminação das minorias, as agressões tornam-se cotidianas. Refletindo o aumento da taxa de assassinatos no Brasil, segundo o G1.
Sob esse viés, cabe ao Ministério da Educação dar ênfase nas escolas, pois são ferramentas para conduzir o processo de integração e inclusão social desses grupos por meio do conhecimento das diversidades sociais. Além disso, cabe ao poder Executivo, efetivar as devidas punições contra atos preconceituosos, com o intuito de adquirir um pleno desenvolvimento social, além da igualdade proposta por Karl Marx.