Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 22/09/2020

De acordo com o artigo V, da Constituição de 1988, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. No entanto, ainda há um grande número de intolerância contra minorias na sociedade brasileira. Logo, tal Constituição não é praticada, pois o preconceito, até hoje, está enraizado na população.

Em primeira análise, observa-se que o índice de exclusão social entre negros, indígenas, deficientes e LGBTQI+, tem aumentado durante os últimos 10 anos. Consequentemente, conforme a pesquisa feita pela Organização das Nações Unidas (ONU), a exclusão e o preconceito praticado contra essas minorias, faz com que desenvolvam com mais facilidade dos transtornos mentais.

Em segunda análise, nota-se que uma das principais causas do discurso de ódio é a má informação, na qual muitas pessoas sabem pouco sobre a história do Brasil, a diversidade cultural brasileira e a diversidade dentro dos grupos minoritários. Logo, como dizia o clérigo Charles Caleb, a má informação é mais desesperadora que a não informação, pois esses aspectos alimentam o preconceito e a intolerância dentro da sociedade.

Por todos os fatos analisados, percebe-se que medidas devem ser tomadas para minimizar tal impasse. Então, é necessário que o Ministério dos Direitos Humanos, por meio de campanhas mediáticas, apoie os direitos dessas minorias e explique através de palestras escolares a importância da diversidade cultural brasileira. Além disso, o Estado tem uma função indispensável na condução de projetos e leis que visem o aprimoramento e medidas que levem a equidade social de isonomia a todos os grupos sociais. Com isso a população entenderá que todos são iguais e merecem os mesmos direitos independente da própria natureza.