Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 01/10/2020
A Constituição Federal de 1988 assegura plenos direitos e deveres, a fim de garantir um bem-estar social e proporcionar o respeito à dignidade humana. Entretanto, não é essa a realidade da minoria -grupo de pessoas em desvantagem social- que sofre intolerância e discurso de ódio. Isso ocorre porque a sociedade convive com um preconceito que está enraizado, e além disso, não há punições por parte do governo. Logo, é necessário analisar as causas que contribuem para que a intolerância e o discurso de ódio ainda perpetuem na sociedade.
Em primeira análise, vale ressaltar que a intolerância contra a minoria está enraizada desde os séculos passados. Como por exemplo, o genocídio que ocorreu durante a 2ª Guerra Mundial pelo nazista Adolf Hitler contra a minoria judaica e negra, que eram exclusos da sociedade e não exerciam seus direitos. Diante disso, é evidente que a maioria da população ainda carrega esse preconceito.
Em segunda análise, as medidas tomadas pelo governo não são suficientes para minimizar esse problema. A criação da Constituição Federal foi um grande passo, porém não há rigor nas aplicações das Leis que oferecem bem-estar social. Diante desse cenário, é imprescindível que haja um comprometimento entre o Estado e a sociedade para mitigar esse problema.
Portanto, para combater a intolerância e o discurso de ódio é essencial que o Ministério da Educação por meio de campanhas midiáticas de grande alcance conscientize a população sobre as diferenças da sociedade. Além disso, cabe ao Governo intensificar as punições legislativas, para que a convivência coletiva seja mais respeitosa. Somente assim a intolerância e o discurso de ódio será combatido.