Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 11/10/2020

A intolerância com as minorias, não se trata de quantidade, mas sim as pessoas que sofrem vulnerabilidade social. Apesar do Brasil ser considerado um país miscigenado e o brasileiro um ser receptivo a diversas culturas crimes de ódio, mesmo com o passar das décadas, continuam sendo uma grande estaca que marca a estagnação do desenvolvimento social e cultural da sociedade.

Em primeiro lugar deve-se ressaltar que mesmo sendo garantido pela Constituição Federal a isonomia ainda se apresentam muitos desafios para alcançar a equidade da sociedade. Visto isso um dos mais desafiadores obstáculos que temos de ultrapassar é a ignorância de uma parcela da população, que dissemina ódio passando posteriormente para as atuais e futuras gerações.

Com base nessa linha de pensamento torna-se evidente a necessidade de ensinar a população princípios pautados na igualdade de gênero e racial. Pontos assim estão sendo desenvolvidos ao longo das épocas, porém fatos como a impunidade nas leis que ditam a igualdade, além de muito recentes, mostram grande volatilidade quando devem ser aplicadas.

Com a finalidade de resolver essa adversidade é necessário utilizar a “ética da discussão” proposta por Jürgen Habermas, que dita que o sujeito não deve em si buscar por uma lei universal, e sim buscar por uma discussão onde questões morais sejam objetos de debates, levando em fim a um acordo entre ambos os lados. Para auxilio dessa reflexão o Ministério da Educação deve propor às escolas aulas que abordam a necessidade do respeito e da igualdade na sociedade, educando a nova geração se muda o futuro.