Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 11/10/2020
Hoje vivemos na Era da intolerância, na qual a propagação do ódio, excepcional às minorias, tem tomado um preocupante caminho. Em virtude desses problemas, a influência das redes sociais no século do individualismo agravam ainda mais essa problemática.
Em 1948, foi promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas), a Declaração dos Direitos Humanos que garante a todos os indivíduos o direito a segurança e ao bem estar social. No entanto, sabemos que os grupos minoritários sofrem diariamente com discursos de ódio e com a desigualdade pelos grupos dominantes. Com isso, fica evidente que esse direito universal não é exercido de maneira eficaz e objetiva.
Ademais, a cultura de alienação por meio das redes sociais gera a Era do individualismo, ela é a principal ferramenta utilizada para a propagação desses discursos de de ódio. O famoso filósofo Rousseau disse que: ‘‘O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe’’. Sob essa perspectiva, é visível que o homem quando criança, não apresenta uma conduta de intolerância, mas se tornam ao repetir comportamentos de pessoas do seu convívio.
Também, o fácil acesso a redes sociais podem influenciar na construção do seu comportamento e desenvolvimento. Neste caso, é evidente que a sociedade não cumpre seu papel de educação e de orientação sobre a prática de igualdade para a formação de futuros cidadãos.
Portanto, é necessário que haja uma mudança no comportamento da sociedade, seja ela pertencente a um grupo ou não. Para isso, é fundamental que o Ministério da Educação juntamente com a Secretária de Assistência Social, crie palestras informativas e educacionais sobre os grupos minoritários com o intuito de erradicar preconceitos que geram a intolerância e o ódio. Promovendo assim, uma mudança comportamental e uma geração mais igualitária.