Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 06/11/2020

O filósofo Jean Jacques Rousseau afirmava que, “a natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável”. Analisando o pensamento é de fácil entendimento a grande importância de um povo tolerável e isento de ódio. Contudo, as minorias enfrentam muitos desafios, sendo alguns dele a exclusão e os danos a saúde mental.

Mesmo no século XXI, o respeito ainda é atípico e por conseguinte, essa atipicidade causa exclusão. Uma vez que, as minorias são marginalizadas e discriminadas, por questões sociais, culturais, físicas e econômicas. Em outras palavras, essas pessoas são desprezadas por serem divergentes das demais. Sem dúvida, essa situação afeta bastante essa parcela da população, já que são deixadas de lado pela própria sociedade.

Além disso, os danos a saúde mental são recorrentes e aflige bastante os grupos vulneráveis. Visto que, diante de tanta hostilidade, um dos pontos mais afetados é a mente. De tal forma que, acarreta ansiedade, depressão e até mesmo pensamentos suicidas, pois boa parte da comunidade se sente em um patamar acima dos outros indivíduos e acaba não tendo empatia.

Em suma, é perceptível tomar medidas para reverter a situação. Assim sendo, o Governo deverá investir, para a sociedade, em debates e campanhas sobre as consequências da intolerância e do discurso de ódio, por meio de palestras e panfletagem. Dessa forma, o corpo social será mais receptivo quanto as diferenças. Logo, os grupos minoritários serão tratados com o devido respeito e igualdade que de fato merecem.