Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 15/11/2020
A intolerância é realizada a grupos definidos por características diferentes dos demais e promove ainda atos como exclusão, violência e isolamento. Apesar de todos os avanços em debates e ações contra atos como racismo e discursos de ódio, nota-se que, os casos ainda estão em crescente em todo o mundo. Para a persistência deste problema pode se atribuir a fraqueza das leis que condenam estes atos e poucas denúncias, deixando as pessoas que cometem o ato impune e também atribui liberdade para realizar outros atos. Sabe-se que a intolerância é ensinada, ou seja, as crianças criam aprendem a odiar as pessoas através de influências e é notório a falta de sucesso no combate a este problema.
Apesar de vários casos terem tomado proporções mundiais como o de George Floyd, que foi estrangulado por um policial branco nos Estados Unidos em uma abordagem policial, a intolerância é muito antiga e já custou muitas vidas inocentes. Por isso, é evidente que preconceitos como o racismo é ensinado para as pessoas, em exclusivo às crianças, que são facilmente influenciadas e começam a discriminar as pessoas. A “cultura” da discriminação é um fator forte para a persistência desses preconceitos na sociedade, entretanto, a falta de políticas e punição nesses casos também é contribuinte. Em 2019 o Supremo Tribunal Federal determinou crime as discriminações contra pessoas LGBT’s, prevendo pena de até 5 anos, de certo foi uma vitória a estas minorias que se sentiriam mais seguras ao menos para sair de casa. Entretanto, segundo dados do Grupo Gay da Bahia -GGB- a realidade é outra, a cada 20 horas um LGBT morre no Brasil, isto retrata que mesmo com leis aprovadas pelo senado a eficácia ao culpar os criminosos é baixa, os deixando livres.
Em conclusão, é notória a falta de resultados e persistência deste problema na sociedade. Campanhas poderiam ser feitas em escolas, em princípio em creches e escolas de ensino fundamental, visando que elas estão em fase de mais facíl influência, realizadas pelo ministério da educação, desse modo elas seriam educadas de que é errado discriminar as pessoas por tons de peles ou diferenças.