Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 30/11/2020

Segundo Betty Smith, “a intolerância é responsável pela maldade, violência, terror e dores que torturam o mundo”, ou seja, muitas pessoas não aceitam as opiniões e comportamentos de outros. Essa é a realidade de grupos vulneráveis, com medo de sair de casa e deparar com indivíduos intolerantes. Apesar de haver leis e estatutos, eles estão suscetíveis a sofrer devido ao discurso de ódio e violência.

Inicialmente, a Constituição Federal mostra no artigo 5° o conceito de isonomia, isto é, “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Desse modo, percebe-se que todos os cidadãos têm os seus direitos e deveres, além de não mostrar uma hierarquia entre gêneros e raças. Esses grupos, como: mulheres, negros, indígenas e LGBTQIA, devem ser resguardados pela União.

Ademais, muitos desses grupos passam por preconceitos e discriminações devido ao passado. A história da humanidade mostra, por exemplo, como a mulher era tratada antigamente: devia cuidar da casa e dos filhos, além de não poder trabalhar, votar e alfabetizar-se. Portanto, muitos ataques de violência contra grupos vulneráveis são consequências do passado, com visões retrógradas e limitadas.

Dessarte, a fim de intervir contra a intolerância e o discurso de ódio, a Polícia municipal, juntamente com a mídia, devem fazer palestras e panfletos para divulgar  o pensamento de igualdade e segurança, inclusive, o modo ideal e respeitável de tratar os próximos, isso nas escolas. Sendo assim, incentivará desde cedo uma boa moral, ou seja, dela vem as decisões, intenções e ações. Dessa forma, passará nas mentes das pessoas a ideia de Gerard Way: “eu mudaria a intolerância e a forma como as pessoas se tratam”.