Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 17/11/2020

O conceito de Darwinismo social, criado no século XIX por Francis Galton, trouxe a ideia de superioridade de uma raça sobre as demais. Tal ideia gerou uma série de intolerâncias contra os diferentes do padrão estabelecido.                                                                                                        Dessa forma, discursos de ódio foram propagados na história, o que promoveu o surgimento de diversas minorias. Diante desse panorama, cabe entender alguns desses discursos e como se apresentam, hoje, em um mundo que se difunde tanto a ideia de paz e solidariedade, mas continua repleto de preconceitos. É importante pontuar, de início, intolerâncias e ódios passados que permanecem sendo alimentados por grupos sociais.                                                                                                    Nesse viés, fica difícil romper com ideias que já causaram tantos estragos e são motivos de vergonha para algumas sociedades. Pode-se exemplificar tal fato com a difusão do arianismo por Hitler, na Segunda Guerra Mundial, que afirmava ser a raça ariana pura e superior, sendo judeus, negros, homossexuais, ciganos e deficientes um perigo para a continuação da superioridade dessa raça. Desse modo, muitos foram mortos por causa desse discurso de ódio que se apresenta ainda hoje nos chamados grupos neonazistas, os quais se espelham na Europa, em especial contra os refugiados. Isso mostra que colocar fim em falas que negam o diferente é de extrema dificuldade, pois nem a morte de milhões de inocentes conseguiu sensibilizar algumas pessoas.

Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas com apoio dos governantes nacionais devem elaborar campanhas que se encaixem nas diferentes realidades por meio da participação de historiadores que procurem as raízes do ódio. Essas campanhas deverão ser difundidas em todos os meios de comunicação.