Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 28/11/2020
Segundo a Declaração dos Direitos Humanos, todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direito, nesse sentido, compreende-se que todos os cidadãos possuem iguais garantias, independentemente da raça, renda, religião ou sexo, entretanto, não é o que prevalece na sociedade. Tal importância deve-se a grande quantidade de atos de ódio e intolerância contra as minorias.
Primeiramente, é imperativo ressaltar que cerca de 30% da população brasileira já sofreu algum tipo de preconceito devido sua classe social, como informa o site oficial do G1. Logo, infere-se que quase um terço dos cidadãos já foram humilhados, apenas em detrimento de sua qualidade de vida, sem aderir ao dado, casos de preconceito baseados em outras áreas, como etnia, cultura e práticas religiosas.
Outrossim, convém destacar o regime político denominado de Apartheid, o qual ocorreu na África do Sul e cujas datas de início e término são 1948 e 1994, respectivamente. Tal movimento impôs a segregação racial e geográfica entre negros e brancos, dividiu a sociedade e estimulou a intolerância no país. Embora que os atos de ódio, como o supracitado, ocorram no Brasil em menor magnitude, é preciso, portanto, que ações sejam realizadas e que objetivem enfraquecer a política da intolerância. Posto isso, é necessário que medidas sejam tomadas a fim de acabar com as ideias de preconceito e de divisão social em grupos, logo cabe ao Ministério da Educação, junto ao Ministério da Cultura, conscientizar e informar a população sobre a enorme miscigenação que há no território nacional e estimular a tolerância com as práticas e opiniões alheias, isso, por meio de palestras realizadas pelo país. Dessa maneira a declaração dos Direitos Humanos será cumprida e o país encaminhará para um mais justo.