Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 23/04/2021
Durante o século XX, na Alemanha nazista, comandada por Adolf Hitler, ocorreu uma enorme perseguição contra minorias que eram consideradas inferiores em relação à raça ariana, ô chamado Holocausto. Esse evento provocou mais de 11 milhões de mortes, entre judeus, comunistas, ciganos entre outros. Fazendo comparação a alusão histórica nota-se que na sociedade atual ainda persiste a intolerância e o discurso de ódio contra as minorias. Essa situação se dá devido ao forte preconceito enraizado em muitos grupos ‘‘maioritários’’. Além da constante negligência de direitos sofrida pelas minorias.
O preconceito contra as minorias é constante, seja em lugares públicos, em família, no trabalho ou até mesmo na escola. Destinado principalmente para grupos como negros, homosexuais e as mulheres. Ocasionando diversas situações de humilhação, desavenças e até agressões contra essas pessoas. Porém o preconceito não é algo que nasce com as pessoas, é algo que é passado de geração em geração. Ou seja, essa intolerância é adquirida devido ao tipo de criação e os ensinamentos que aquela pessoa recebe ao decorrer da sua vida na sociedade.
Segundo o Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ’’ Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos ‘’. Porém a igualdade pregada nesse artigo não é mantida quando se trata de minorias. Um exemplo claro é o das mulheres, que mesmo maioria em relação a população do país, sofrem constantemente desigualdades de gênero no mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, no Brasil em 2019, os homens em todos os trabalhos ganharam quase 30% a mais que as mulheres.
Em virtude dos fatos destacados é clara a presença da intolerância e o discurso de ódio contra as minorias na sociedade. Com o intuito de combater essas situações, o Ministério da Educação (MEC) junto da Secretaria Estadual de Educação (SEE), devem implementar no ensino infantil e fundamental aulas de conscientização social e cultural, com o objetivo de ensinar as crianças a respeitar e tratar de forma igualitária todos, independente de cor, nacionalidade, gênero, religião entre outros. Já para combater a desigualdade de gênero, as mídias sociais como, emissoras de televisão, rádio e redes sociais devem divulgar a Estratégia de Igualdade de Gênero 2018-2021 do PNUD, que tem como objetivo promover lutar contra a desigualdade de gênero, assim gerando mais oportunidades as mulheres e aos poucos diminuindo a desigualdade de salários.